domingo, dezembro 03, 2006

Dá que pensar....



A fome nasce no cérebro e o desconforto existencial criam os quilos a mais.
Comemos muito porque:
40% a nossa vida tornou-se monótona
45% nos sentimos inseguros
15% é uma tendência hereditária
A comida custa pouco, é fácil de achar e o efeito é imediato.
"Dentro de um obeso se esconde sempre uma criança incompreendida"
O corpo se enche se a vida é vazia
O que acontece no cérebro é que a busca de alimento compensa a insatisfação sexual, a carência afectiva, o falhanço profissional, uma briga que nos deixou a boca "amarga". Ao contrário o divertimento, o prazer físico, uma satisfação profissional, um dia "bom" e uma "plenitude" espiritual podem reduzir e anular a nossa exigência de alimentação.
A central do prazer
Situa-se entre as áreas frontais e as hipotalamicas, no lugar do Núcleo Accumbens, uma espécie de central do bem estar. Esta área cerebral tem a responsabilidade de enviar o mais possível ao corpo sensações de prazer. Parece que quando não há sensações de prazer satisfatórias, afim de desenvolver a sua função, nos impele a comer além da medida numa maneira de compensar o prazer que falta.
O ponto da satisfação
O assim chamado "centro da fome", que durante o dia nos estimula a assumir o alimento e o " centro da satisfação", que nos devolve a sensação de plenitude, estão situados entre as áreas limbicas, onde se cruza o complexo mundo das emoções e afectos. É por esse motivo que a nutrição alimentar e a nutrição afectiva podem facilmente trocar as tarefas e substituir-se uma à outra.
Porque engordamos:
1. Medo de crescer 2. Ansiedade 3. Raiva 4. desejo de protecção 5. Tédio 6. Infelicidade 7. Transgressão 8. Insegurança

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